terça-feira, 12 de junho de 2012

Vídeo-aula 19: O todo pela parte

MÓDULO IV : PROFISSÃO DOCENTE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA


A questão ética, os valores e os preconceitos: relação professor - aluno e o estigma. Buscando quebrar certezas!


Ticiana Roriz - USP


Animação: Pedro e Tina













Filme: Do Luto à Luta
Uma análise das deficiências e potencialidades da Síndrome de Down, problema genético que atinge cerca de 8 mil bebês a cada ano no Brasil. A Síndrome de Down é sem dúvida um problema, mas as soluções são bem mais simples do que se imagina, principalmente quando são deixados de lado os preconceitos e estigmas sociais.
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-202050/
Acesso em 30 de junho de 2012












Vídeo-aula 18: A escola e as instituições culturais

MÓDULO IV : PROFISSÃO DOCENTE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA


Na educação escolar em geral cumpre-se os requisitos da formação cultural contemporânea ao se fazer interface com as instituições culturais, assim o aluno relaciona a arte que faz e aprende na escola àquela que ocorre em diferentes práticas sociais.


Professora Rosa Iavelberg – USP 

  • As instituições culturais reúnem objetos de arte interessantes às aprendizagens escolares; 
  • Museus e casas de cultura podem ser visitados física e virtualmente; 
  • Os objetos de arte expressam conteúdos de diversas áreas do conhecimento escolar e favorecem seu ensino de modo vivo e instigante tanto da arte universal como das culturas importantes de cada região. 

Os alunos podem visitar virtualmente o museu do Louvre em Paris, França, usando as tecnologias da comunicação e da informação e envolver vários estudantes nas atividades, além de poder ser um trabalho interdisciplinar: Da Vinci inventou máquinas, escreveu fábulas e textos sobre arte e natureza. 

http://www.sabercultural.com/template/obrasCelebres/fotos/LeonardoDaVinciMonaLisaFoto01.jpg
Acesso em 27 de junho de 2012
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1ow_23AkoSEnZC4o_u_2rhdMu-CJsAoT9rXK2Q_WTbDsi6GmmIopkToSNu5TnGhPn2fJgCCCf268-HfH96fmEe1ZySbmQSa-_q9saqOt_DiSz5GBusFW67wNBM5biGm5a2-lu_yY2MIQx/s1600/da-vinci-helicopter.jpg
Acesso em 27 de junho de 2012
http://imgs.obviousmag.org/archives/uploads/2009/09090301_blog.uncovering.org_davinci.jpg
Acesso em 27 de junho de 2012

Estudo de obras da cultura brasileira


Museu Histórico de Bauru / SPhttp://www.turismopelobrasil.net/turismo/admin/img_normal/normal_MuseuHistBauru%20(2).jpg
Acesso em 27 de junho de 2012

Vídeo-aula 17: O professor e a cidade educadora

MÓDULO IV : PROFISSÃO DOCENTE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA


A arte de qualidade artística presente nas ruas pode ser estudada de modo sistemático no currículo das escolas. Isso efetiva o diálogo entre a vida cotidiana dos alunos e sua vida escolar, além disto, aperfeiçoa e educa o olhar para a cidade.


Professora Rosa Iavelberg - USP


O professor deve utilizar os equipamentos e obras de arte presentes no espaço público com o objetivo de expandir o universo cultural dos estudantes. Para isso:
  • Preparar os alunos para a visita com aulas sobre os conteúdos na escola;
  • Durante a visita informar e deixar fruir;
  • Promover a interação entre os pares;
  • Depois da visita retomar conteúdos e propor tarefas de assimilação do que foi trabalhado;
  • Propor trabalhos práticos e reflexivos orientados às aprendizagens que se quer consolidar;
  • No planejamento do projeto o professor considera o material de pesquisa levantado e as ações que pode desenvolver;
  • Os conteúdos adequados ao grupo de alunos;
  • O interesse e o envolvimento com a aprendizagem que o projeto despertará nos alunos;
  • O professor planeja ações e visitas para o aluno;
  • Conhecer os espaços públicos com olhos para ver e saberes para interpretar o traçado urbano, a arquitetura, os monumentos e as obras de arte;
  • O aluno aprende a ver o entorno público e o frequenta informado sobre seus conteúdos que não são revelados pela simples observação;
  • Desde a educação infantil pode-se estudar o espaço público com o objetivo de formação cultural;
  • Muitos pais, avós, moradores e parentes são fontes vivas de informações sobre o lugar onde se vive e a história da cidade ou região;
  • Os alunos podem participar da pesquisa trazendo fotos antigas de seus familiares no espaço da cidade de origem e compará-las com apoio do professor às paisagens atuais;
  • Ensinar sobre a arte presente na rua é valorizar a arte no cotidiano das pessoas e no espaço público.
Exemplos na cidade de Bauru / SP


Automóvel Clube
Passeio de Maria Fumaça
Teatro Municipal

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Vídeo-aula 16: Trajetórias escolares de deficientes e a EJA: a questão do fracasso escolar

MÓDULO IV : PROFISSÃO DOCENTE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Apresentação de pesquisa que evidencia e discute as múltiplas e conturbadas trajetórias de pessoas com necessidades especiais, que culminam com a busca pela Educação de Jovens e Adultos.


Lucia Tinós - USP de Ribeirão Preto




Mapeamento de dez anos de alunos com deficiência na educação de jovens e adultos (TINÓS, L. M. S.; AMORIM, K. S., 2008)

Os caminhos de alunos com deficiências à EJA: conhecendo e compreendendo algumas trajetórias escolares  (TINÓS, L. M. S. 2010)



Documentário "Estamira"
Trabalhando há cerca de duas décadas em um aterro sanitário, situado em Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, Estamira Gomes de Sousa é uma mulher de 63 anos, que sofre de distúrbios mentais. O local recebe mais de oito mil toneladas de lixo da cidade do Rio de Janeiro, diariamente, e é também sua moradia. Com seu discurso filosófico e poético, em meio a frases, muitas vezes, sem sentido, Estamira analisa questões de interesse global fala também com uma lucidez impressionante e permite que o espectador possa repensar a loucura de cada um, inclusive a dela, moradora e sobrevivente de um lixão.
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-59939/
Acesso em 30 de junho de 2012






Vídeo-aula 15: Como anda a educação especial no país?

MÓDULO IV : PROFISSÃO DOCENTE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA


Deverão ser apresentados dados da educação especial e inclusiva no Brasil, segundo o MEC. Ainda, segundo algumas pesquisas, mostrando os avanços e limites do processo em diferentes cidades brasileiras.


Katia de Souza Amorim - USP de Ribeirão Preto


O que é a Educação Especial


Já há algum tempo tem-se vindo a ouvir falar de Educação Especial e de Necessidades Educativas Especiais, mas será que na realidade se sabe do que se está a falar?
Durante muito tempo viveu-se a exclusão escolar das crianças com Necessidades Educativas Especiais na nossa sociedade. Quando se tratavam de deficiências severas, as crianças eram normalmente inseridas em escolas especiais, como as CERCIs ou Instituições privadas do gênero, o que acontecia quando havia apoio por parte da Segurança Social ou boas condições financeiras familiares. Caso contrário, as crianças não iam à escola permanecendo em casa com as suas famílias. Com o passar dos anos e a latente necessidade de instruir todas as crianças em ambiente escolar inclusivo, surge a Educação Especial nas escolas regulares, baseada no lema “Escola para todos”.
A Educação Especial é uma vertente da escola moderna que despontou com a reestruturação das escolas regulares para atender às necessidades de todas as crianças. Na Educação Especial inserem-se todos os alunos que, quer por deficiência física, motora ou mental, ou por problemas cognitivos e de aprendizagem, não conseguem acompanhar o ensino regular e por isso têm que ter uma “Educação Especial”, sendo inseridos nas Necessidades Educativas Especiais.
Há quem seja da opinião que as crianças com deficiência física, motora ou mental devem frequentar Instituições especializadas, contudo tem sido comprovado que estas crianças em contexto escolar normal também desenvolvem capacidades importantes para o seu desenvolvimento, como por exemplo a socialização. No entanto, não nos podemos esquecer que a frequência da escola regular ou da instituição também vai depender do grau da sua deficiência, dado a escassez de meios físicos e de pessoal especializado nas escolas para lidar com certas situações.
Porém, é frequente mas errado pensar que os alunos com Necessidades Educativas Especiais são apenas os que têm deficiências aos níveis sensoriais (visão e audição), motor ou mental. As Necessidades Educativas Especiais abrangem todos os alunos que apresentam problemas educativos de carácter prolongado e graves dificuldades a nível escolar.
Artigo publicado no Jornal de AlbergariaPublicado por C. Malveira - 5 de Junho de 2007
http://neeiscia.blogspot.com.br/2007/06/o-que-educao-especial.html

Vídeo-aula 14: Processos de aprendizagem e implicações para a prática docente

MÓDULO IV : PROFISSÃO DOCENTE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA


Com base nos referenciais teóricos de Piaget e Vygotsky, a aula pretende colocar em evidência a dimensão sociocultural da aprendizagem e ainda explicar a dinâmica dos processos cognitivos.


Professora Silvia Colello – USP

Mitos sobre a aprendizagem
  • Aprendizagem é consequência do ensino;
  • Aprendizagem se faz em etapas que podem ser controladas pelo ensino linear,cumulativo, fragmentado e inflexível;
  • Aprendizagem é diferente de usar conhecimento.
Como se dá a construção do conhecimento?

A aprendizagem no contexto sociocultural



Como o aluno aprende?

“Felizmente as crianças de todas as épocas e de todos os países nunca esperam completar 6 anos e ter uma professora à sua frente para começarem a aprender”.
Emília Ferreiro


“A construção da aprendizagem é pessoal e a partir das experiências vividas sob a forma de um processo complexo e multifacetado”. Piaget


A árvore é o aluno e as argolas as informações recebidas









Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isto existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido.
(Rubem Alves)

Vídeo-aula 13: A construção do fracasso escolar: os mecanismos do não aprender e os desafios do professor

MÓDULO IV : PROFISSÃO DOCENTE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA


Rejeitando as explicações reducionistas sobre a não aprendizagem, a aula tem como objetivo discutir a produção do fracasso a partir das relações entre o aluno e o mundo, o mundo e a escola, a escola e o aluno. Nesse contexto complexo, é possível vislumbrar tanto a lógica do não aprender como o risco de aprender.


Professora Silvia Colello – USP

Explicações reducionistas para o fracasso escolar
  • A culpa é do aluno e de sua família;
  • A culpa é da escola ou do mundo.
Dimensões do não aprender e desafios do professor
  • Mundo
  • Escola
  • Aluno
Relação aluno-mundo

Qual a razão para aprender?
  • Resgatar o valor do conhecimento
Relação mundo-escola
O que ensinamos?

Relação escola-aluno
Como ensinamos?
Se o professor ensina, porque o aluno não aprende?

O aluno que não aprende: desconsideração da diversidade cultural

A lógica do não aprender:
  • Dimensão cultural;
  • Dimensão social;
  • Dimensão pedagógica;
  • Dimensão política.
O risco de aprender, mas...
  • Não usar;
  • Não gostar;
  • Não ser crítico.